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Chegou a Braga o vestido verde que promete ser o visual mais leve (e cool) deste verão

O modelo comprido da Daire tem laço junto ao pescoço, tamanho único e custa 29,95€.

As riscas verticais prolongam a silhueta, o verde suave acompanha os dias de sol e um laço colocado junto ao pescoço concentra toda a atenção na parte superior. O novo vestido da Daire reúne vários detalhes num modelo simples de vestir, pensado para resolver os dias em que o calor não deixa espaço para coordenados complicados.

A proposta tem um tom verde muito claro, próximo do menta, atravessado por riscas brancas finas. O padrão percorre toda a peça na vertical, desde a gola subida até à bainha, criando uma sensação de continuidade. Em vez de acrescentar decotes, mangas volumosas ou recortes, o vestido usa a direção das linhas para definir o desenho.

O pormenor que quebra essa simplicidade surge junto ao pescoço. Uma faixa larga do mesmo tecido forma um laço assimétrico sobre um dos ombros, com as pontas a caírem sobre o peito. O elemento cria volume na zona superior e substitui a necessidade de colares ou outros acessórios mais expressivos.

Sem mangas e com uma cava ampla, o vestido afasta-se gradualmente do corpo até terminar perto dos tornozelos. O corte solto deixa o tecido acompanhar os movimentos e evita marcar a cintura, as ancas ou o abdómen. É uma silhueta pensada para proporcionar liberdade durante os dias mais quentes e adaptar-se a diferentes tipos de corpo.

A peça está disponível em tamanho único e custa 29,95€. Francisco, fundador da marca, apresenta-a como uma proposta leve para o verão, combinando algodão e poliéster na sua composição. A risca surge integrada no material, mantendo o mesmo acabamento ao longo de todo o modelo.

A combinação mais imediata passa por sandálias rasas em castanho, bege ou preto e uma carteira pequena. Umas argolas e um saco de verga ajudam a criar um visual descontraído para as férias, enquanto sandálias de salto e uma carteira estruturada permitem adaptar a peça a um jantar ou a um evento informal.

O modelo também pode acompanhar a transição para os primeiros dias mais frescos. Um blazer cru, um casaco de ganga ou uma malha fina sobre os ombros acrescentam uma camada sem esconder o laço. A paleta suave permite ainda combiná-lo com acessórios castanhos, dourados, brancos ou até vermelhos, caso se pretenda criar um contraste mais forte.

As riscas verticais são uma presença recorrente nos meses quentes, sobretudo em vestidos, camisas e calças de corte fluido. A associação à roupa de férias permanece, mas os novos modelos afastam-se do tradicional azul-marinho e branco para explorar verde, rosa, vermelho, amarelo e castanho.

Neste vestido, o padrão funciona em conjunto com outra tendência visível nas propostas de verão: as silhuetas amplas. Os cortes menos rígidos permitem enfrentar as temperaturas elevadas com maior conforto e adaptam-se facilmente às mudanças do corpo, uma característica valorizada nas peças de tamanho único.

A novidade integra a coleção de verão da Daire, construída em torno de modelos leves, coordenados fáceis de separar e uma paleta que alterna entre neutros e cores mais expressivas. Vestidos compridos ocupam uma parte importante da seleção, ao lado de conjuntos, calças largas, blusas, coletes e calções.

Entre as propostas encontram-se modelos às riscas em vermelho e branco, vestidos em tons bege com estampados florais, opções brancas com bordados contrastantes e cortes compridos com folhos na bainha. Os padrões aparecem também em calças de perna larga, que podem ser conjugadas com tops lisos e usadas tanto durante o dia como à noite.

Os conjuntos são outro dos eixos da coleção. Tons vinho, branco, rosa, castanho e verde aparecem em coordenados compostos por calças fluidas, calções, coletes e blusas. Embora tenham sido selecionados para funcionar em conjunto, Francisco Peixoto, responsável pela Daire, destaca a importância de cada elemento poder ser reutilizado.

“Este conjunto junta três elementos fortes da estação e sabíamos que iria funcionar. É diferente, versátil e adapta-se a vários estilos e ocasiões. Além disso, as peças podem ser combinadas com outras, isso é fundamental”, explica à New in Braga.

A mesma lógica pode ser aplicada ao vestido verde. O modelo concentra o visual numa só peça, mas permite alterar o resultado através do calçado, dos acessórios e das camadas escolhidas. Francisco procura privilegiar propostas que chamem a atenção no momento em que chegam à loja e continuem a fazer sentido depois do final da estação.

“É ideal para almoços, passeios ao fim da tarde ou eventos intimistas. E reflete a essência do negócio: modelos que marcam, mas que permanecem no guarda-roupa além de uma estação”, acrescenta o responsável, a propósito da versatilidade procurada na seleção.

A Daire não produz as próprias coleções. As peças são escolhidas entre diferentes fornecedores, de acordo com aquilo que Francisco identifica nas tendências e nas preferências das clientes. “Trabalhamos com fornecedores que nos permitem estar atentos ao que acontece em tempo real, mas acrescentamos sempre um toque nosso.”

Este contacto com o pronto a vestir começou muito antes da abertura da loja. Francisco Peixoto tem 29 anos, é formado em Marketing e cresceu numa família ligada ao comércio de moda. O pai herdou um estabelecimento do avô e o jovem habituou-se desde cedo aos armazéns, às fábricas e ao atendimento ao público. “O meu pai herdou uma loja do meu avô e eu cresci a ver os dois nesse mundo — entre armazéns, fábricas e o contacto direto com os clientes. Era inevitável ganhar esse bichinho”, recorda.

A ideia de criar um projeto próprio surgiu durante a pandemia, inicialmente em conjunto com o irmão, formado em Gestão. Em 2022, Francisco decidiu avançar sozinho e abriu a Daire no centro de Braga, procurando aplicar a formação em Marketing ao conhecimento que tinha adquirido no negócio familiar.

A loja nasceu com o objetivo de aproximar a rapidez das tendências de um atendimento mais personalizado. “Queria criar um espaço que tivesse peças como as que vemos nas lojas de fast fashion, mas com uma curadoria mais próxima do nosso público. Queríamos vestir a mulher bracarense, mas também quem nos visita de fora.”

O vestido verde às riscas pode ser comprado diretamente na loja, situada na Rua de São Marcos, números 112 e 114, no centro de Braga. Também é possível fazer a encomenda através das redes sociais da Daire. O espaço funciona de segunda-feira a sábado, entre as dez e as 19 horas.

Carregue na galeria para espreitar outras propostas da nova coleção da marca bracarense.

FICHA TÉCNICA

  • MORADA
    R. de São Marcos, 112-114
    4700-328 Braga
  • HORÁRIO
  • Segunda-feira a sábado das 10h às 19h

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