Muito antes das luzes LED e das bolas brilhantes, a decoração natalícia nascia daquilo que a natureza oferecia: ramos verdes, pinheiros, azevinho, pinhas e frutas secas. O verde simbolizava vida e esperança em pleno inverno, o vermelho remetia para proteção e celebração, e o gesto de decorar a casa era, acima de tudo, uma forma de criar abrigo, calor e pertença. Essa essência mantém-se viva — e é precisamente aí que a Bloom encontra o ponto de partida para a sua coleção de Natal deste ano.
Na loja de Braga, a quadra vive-se sem pressas, sem excessos e sem artifícios. “Nesta época rendemo-nos ao que é tradicional”, explica Margarida Botelho Rodrigues, fundadora da Bloom. “Gosto de manter os clássicos vivos, trabalhar com espécies naturais, respeitar o ritmo das plantas e deixar que a natureza fale por si.” Nada é artificial. Tudo é pensado para durar, envelhecer bem e integrar-se nos espaços com naturalidade.
A coleção aposta em várias espécies de pinheiros naturais — dos nórdicos aos Nobilis — combinados com eucaliptos, bagas vermelhas, musgos, pinhas e pequenos apontamentos dourados ou prateados. As tonalidades movem-se entre os verdes profundos e os vermelhos intensos, com detalhes invernosos como frutas desidratadas ou ramos secos. O resultado é um Natal elegante, intemporal e profundamente ligado à terra.
Entre as propostas disponíveis, encontram-se pinheiros nórdicos em vários tamanhos, com preços a partir dos 30€, ideais para quem procura uma solução prática, mas cheia de presença. As coroas de Natal, feitas em pinhas naturais ou vime e pensadas para portas, paredes ou mesas, rondam os 50€. Já os centros de mesa natalícios, também disponíveis a partir dos 50€, tornam-se peças-chave nos jantares de família ou almoços prolongados, sem necessidade de mais adornos.
“Queremos que as pessoas sintam que estão a levar algo único para casa, algo que foi pensado para aquele momento e para aquele espaço”, sublinha Margarida. A coleção está disponível tanto na loja física como por encomenda, sendo possível adaptar dimensões, cores ou composição, mesmo nesta reta final antes do Natal.
A história da Bloom começa em 2002, no centro de Braga, quando Margarida decidiu dedicar-se em exclusivo aos arranjos florais e à organização de eventos. Formada em Gestão de Empresas com especialização em Marketing pela Universidade do Minho, trazia também um percurso artístico sólido: estudou música durante 12 anos na Escola de Música da Gulbenkian. “Sempre vivi muito ligada às artes. A produção de eventos acabou por surgir como uma extensão natural dessa sensibilidade”, recorda.
Os primeiros tempos não foram fáceis. A loja, minimalista e sofisticada, contrastava com o conceito tradicional de florista da época. “Era difícil fazer com que as pessoas entrassem e percebessem que se tratava de uma loja de flores”, admite. Mas a diferença acabou por se tornar identidade. “Nunca quisemos ser só uma florista. Queríamos criar ambientes, contar histórias, oferecer um serviço pessoal e autêntico.”
Hoje, a Bloom conta com lojas em Braga e no Porto e prepara um rebranding visual que reforça a ligação à sustentabilidade. “A nova imagem gira em torno dos verdes, que representam a nossa ligação à terra e o compromisso ambiental”, explica.

As flores também fazem parte da decoração da loja de Braga. Ramos, vasos e arranjos convivem como se fossem uma instalação viva, criando um ambiente romântico e acolhedor. Para além da coleção de Natal, é possível encomendar ramos a partir dos 20€, que podem chegar aos 95€, e arranjos completos entre os 30€ e os 90€, sempre com possibilidade de personalização.
A Bloom dedica-se ainda à decoração de eventos, montras, espaços comerciais e projetos especiais, mantendo a mesma filosofia: flores naturais, atenção ao detalhe e uma estética que resiste ao tempo. “Mais do que vender flores, queremos criar experiências e memórias”, resume Margarida.
Para quem anda à procura de arranjos de última hora, uma decoração especial ou um presente diferente, a coleção de Natal da Bloom continua disponível e pronta a adaptar-se a cada casa. Porque, no fundo, o Natal também é isso: voltar ao essencial, rodear-se de beleza e criar momentos que ficam.
Carregue na galeria para espreitar os novos arranjos da marca bracarense.

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