Os brilhos tornaram-se quase obrigatórios nas festas de Réveillon, no início do século XX, quando o Ano Novo passou a ser celebrado em grandes salões de baile e hotéis. Os vestidos cintilantes simbolizavam festa, prosperidade, e um novo começo luminoso. Mais tarde, com a explosão do cinema e da cultura pop, as lantejoulas passaram a representar glamour imediato — quanto mais brilhantes, melhor. O problema? Tornaram-se previsíveis. Se quer evitar um look previsível, encontrámos o vestido vermelho perfeito para fugir aos brilhos habituais sem passar despercebida.
Nos últimos anos, há cada vez mais mulheres a procurar alternativas às peças que só funcionam uma noite por ano. É nesse território que entra o Jolly Dress, uma proposta pensada para quem quer celebrar a entrada em 2026 com elegância, presença e personalidade — sem recorrer ao óbvio.
À primeira vista, o impacto vem da cor. O vermelho mantém-se como um clássico da Passagem de Ano, associado à sorte, à confiança e à energia renovada. Aqui, surge reinterpretado num tecido jacquard, com textura subtil e reflexos discretos que captam a luz sem nunca cair no excesso. Não brilha — marca presença.
O corte curto, combinado com a manga comprida abalonada no ombro, cria um equilíbrio perfeito entre estrutura e feminilidade. O decote redondo mantém a sobriedade, enquanto a bainha evasê acrescenta movimento ao caminhar. É um daqueles vestidos que resulta tanto parado como em movimento — ideal para uma noite que começa num jantar e acaba na pista de dança.
Totalmente forrado, com fecho invisível nas costas, o Jolly Dress foi pensado para vestir bem, sem comprometer conforto. Um detalhe essencial numa noite longa, em que o relógio perde importância.

Por detrás do vestido vermelho está a Baguy, marca fundada em 2014 por duas amigas, Bárbara e Margarida, no seu atelier em Vila Verde. O nome resulta da fusão das suas personalidades criativas: “A BA (Bárbara) representa a mulher sensual e confiante; a GUY (Margarida) é romântica, rebelde e a artesã que transforma ideias em realidade. Juntas, criámos a Baguy para vestir mulheres de autenticidade, beleza e atitude”, explicam.
A filosofia da marca passa por criar peças que resistem ao tempo — não apenas às tendências. “Na Baguy acreditamos que a moda deve ser uma extensão da personalidade de cada mulher. Não desenhamos apenas roupas: criamos experiências de confiança e estilo”, sublinham as criadoras.
Essa visão reflete-se numa produção inteiramente nacional, com matérias-primas de qualidade e um cuidado quase artesanal em cada detalhe. Não surpreende que a marca já tenha conquistado nomes como Catarina Mira-Rose, Mafalda Patrício, Rita Montezuma ou Rita Matos, que surgem frequentemente com looks Baguy nas redes sociais.
Uma das grandes vantagens do Jolly Dress é a sua versatilidade. Na Passagem de Ano, funciona com umas botas de cano médio ou umas sandálias de saltos agulha, uma clutch discreta e acessórios minimalistas. Depois, pode regressar ao guarda-roupa ao longo do ano: com uns collants opacos e um blazer estruturado, resulta num jantar especial; com uns botins e um casaco de lã, adapta-se facilmente a outros eventos de inverno. Esta versatilidade faz deste modelo uma escolha consciente — e não apenas uma compra impulsiva para uma noite.
O Jolly Dress custa 179,90€ e está disponível nos tamanhos XS, S, M, L e XL. A modelo mede 170 centímetros e veste o tamanho XS, servindo como referência para quem pretende escolher online. A marca faz envios de encomendas, até três dias úteis, para todo o País. Existe ainda a opção de levantamento no showroom, cuja morada é revelada no momento da compra para quem prefere experimentar ou escolher presencialmente.
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