No livro “Fierce: The History of Leopard Print”, Jo Weldon explica-nos que, no Antigo Egito, as peles de leopardo simbolizavam autoridade e divindade. O animal print começou por ser usado por faraós, mas já no século XX começou a fazer parte do armário de estrelas de cinema como Jackie Kennedy.
Hoje, é um padrão que não passa de moda. Segundo um estudo da Universidade de Oxford, contabilizaram-se mais de 80 mil artigos em inglês que mencionavam leopard print nos últimos 15 meses. Na era das redes sociais, também verificamos que a hashtag #leopardprint chega aos 3 milhões de publicações.
Atualmente, pouco importa se as manchas são mesmo de leopardo ou até de jaguares, chitas ou tigres. Todas estas versões fazem parte de um clássico contemporâneo que ganha reinterpretações todas as estações, a mais recente num vestido da Stradivarius.

O modelo é a prova do quão feminino este estampado, tantas vezes descrito como feroz ou selvagem, pode ser. Confecionado em tecido de tule, junta a leveza e a ligeira transparência do material. É ideal para coordenados em camadas ou um full look na meia-estação.
Com um decote em barco muito discreto e manga comprida, o modelo destaca-se ainda pelo detalhe de tecido franzido nas laterais. Além disso, é bastante subido, como ditam também as tendências nas passarelas internacionais.
O vestido custa 19,99€ no site da Stradivarius. Está disponível entre os tamanhos XS e XL.
A NiT andou à procura das propostas de macacões mais trendy que pode usar e abusar nos próximos meses. Carregue na galeria para as conhecer.

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