O Grande Prémio de Literatura dst nasceu com o objetivo de reconhecer a criação literária portuguesa e valorizar a cultura escrita. Ao longo de mais de três décadas consolidou-se como um dos prémios privados mais relevantes do País. Já distinguiu 28 obras, recebeu mais de duas mil participações e atribuiu um valor global superior a 300 mil euros a autores portugueses.
Entre os vencedores encontram-se nomes da literatura contemporânea, como Manuel Alegre, Luísa Costa Gomes, Armando Silva Carvalho, Jacinto Lucas Pires, A. M. Pires Cabral, Fernando Guimarães ou Lídia Jorge. A última edição premiou Luísa Costa Gomes com o livro “Visitar Amigos e outros contos”.
Em 2026, o prémio regressa à poesia na sua 31.ª edição. Podem concorrer obras publicadas em 2024 e 2025. As candidaturas decorrem entre 6 de fevereiro e 6 de março. O valor monetário mantém-se nos 15 mil euros, atribuídos ao autor da obra vencedora.
A escolha será feita por um júri composto por José Manuel Mendes, que preside, Lídia Jorge e Carlos Mendes de Sousa. A entrega do prémio acontece, como habitual, no Theatro Circo, em Braga, em data ainda por anunciar.
O dstgroup alargou também esta iniciativa ao contexto internacional com a criação do Prémio de Literatura dstangola/Camões, dedicado a autores angolanos. A distinção já reconheceu escritores como Pepetela, Boaventura Cardoso ou João Melo, reforçando a ligação à língua portuguesa e ao espaço lusófono.
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