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Há um ciclo de debates em Braga para refletir sobre educação e a inteligência artificial

O ciclo “Entender o Mundo, Construir Sentido” promove encontros mensais abertos ao público desde o fim de janeiro.

Num tempo marcado pelo excesso de informação e por pouco espaço para reflexão, há um lugar em Braga a convidar o público a parar para pensar. A Biblioteca Pública de Braga lançou o ciclo “Entender o Mundo, Construir Sentido”, uma série de encontros mensais pensados para estimular o diálogo e o pensamento crítico sobre temas centrais da vida contemporânea.

O ciclo arrancou na passada quarta-feira, 28 de janeiro, com uma sessão dedicada à educação. Manuela Castro e José Nuno Teixeira, doutorandos do Centro de Investigação em Educação da Universidade do Minho, refletiram sobre o tema “Educar para pensar: da doutrinação salazarista à ditadura dos indicadores”. A sessão propôs uma leitura crítica da evolução dos modelos educativos e das formas como o pensamento é condicionado.

A segunda sessão está marcada para sexta-feira, 27 de fevereiro, às 15h30, com Marília Gago e Rui Damaceno, que irão explorar o tema “Contra o esquecimento: educar para a verdade em tempos de manipulação”. O foco estará na relação entre educação, memória, verdade e desinformação.

Em março, também na sexta-feira, dia 27, o debate incide sobre a atualidade tecnológica. O psicólogo João Carlos Major e a investigadora Manuela Castro vão discutir “Educar para o pensamento crítico na era da Inteligência Artificial”, analisando os desafios colocados pelas novas tecnologias à educação e à autonomia do pensamento. As sessões seguintes do ciclo serão anunciadas ao longo dos próximos meses.

Os encontros decorrem na Biblioteca Pública de Braga, situada na Praça do Município, no centro da cidade. A iniciativa pretende abordar temas como educação, democracia, justiça, ética, humanidade e paz, numa perspetiva acessível e aberta a públicos diversos.

 
 
 
 
 
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