Sempre que Taylor Swift sai à rua, quer seja sozinha ou com o noivo Travis Kelce, é alvo de notícias em inúmeras publicações. Todos os passos da artistas são vigiados, mas, mesmo assim, há muitos detalhes sobre a sua história que poucos conhecem.
Um dos segredos mais curiosos é o seu nome, que lhe foi dado pelos pais (Scott e Andrea Swift) em homenagem a Elizabeth Taylor. A atriz de “Quem Tem Medo de Virginia Woolf?” e “Bruscamente no Verão Passado” acabou por se tornar uma das celebridades favoritas de Taylor Swift — e já foi referência em muitas das suas canções.
Mais recentemente, foi a inspiração por detrás de “Elizabeth Taylor”, faixa presente no seu mais recente disco “The Life of a Showgirl”, lançado em outubro do ano passado. Esta terça-feira, 31 de março, Swift, vencedora de 14 Grammys, surpreendeu os fãs com o lançamento do videoclipe do single.
Em contraste com os seus outros videoclipes desta era, como “Opalite” e “The Fate of Ophelia”, a cantora não aparece no vídeo. Em vez disso, reuniu vários clipes da atriz nos seus filmes e outras imagens de arquivo que mostram Elizabeth Taylor no dia a dia, sob o olhar do público.
Para já, o videoclipe está disponível apenas na Apple Music e para os clientes premium do Spotify, tal como aconteceu com a estreia, em fevereiro, do vídeo de “Opalite”.
Quando o álbum “The Life of a Showgirl” foi lançado em outubro, Swift revelou que tinha pedido autorização ao espólio de Taylor — que morreu em 2011, aos 73 anos — para publicar a canção.
A letra inclui referências claras à vida e ao estilo da atriz, bem como algumas alusões mais discretas. O verso “I’ll cry my eyes violet” refere-se à cor dos olhos de Elizabeth Taylor, enquanto “All my white diamonds and lovers are forever” alude à linha de perfumes White Diamonds, criada pela mesma. A canção menciona ainda alguns dos locais favoritos da estrela norte-americana, incluindo Portofino, em Itália, e o hotel Plaza Athénée, em Paris.
“Neste disco, há uma canção chamada ‘Elizabeth Taylor’, que é uma espécie de expressão das minhas emoções e das minhas questões com a fama através da lente de interpretar a vida de Elizabeth Taylor, misturando assim as duas experiências. Ela foi sempre alguém que admirei como uma figura muito glamorosa, muito adorada, mas, por alguma razão, também polarizadora — e eu própria senti que me encontrava nesse lugar”, explicou também a cantora no programa “The Elvis Duran Show”.
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