O ponto de partida do novo empreendimento residencial em Braga é uma antiga casa senhorial, construída pelo menos no século XX, associada a uma família proprietária local ligada à exploração agrícola da zona. Conhecida como Casa Ferreira, a habitação fazia parte da paisagem de Ferreiros e encontrava-se devoluta há vários anos. Foi essa pré-existência que deu origem ao nome e ao conceito do projeto agora promovido pelo Grupo Acrescentar.
Em vez de optar pela demolição total, o grupo decidiu reabilitar a casa senhorial e integrá-la num novo conjunto habitacional, com a preservação dos elementos estruturais em pedra. A antiga habitação passou a coexistir com dois edifícios novos e dá assim origem ao Casa Ferreira, um condomínio fechado que junta o património existente à arquitetura contemporânea, na freguesia de Ferreiros, a poucos minutos do centro de Braga.
O edifício vai permitir que cada casa se adapte a quem a vai habitar. A personalização dos interiores é, aliás, o principal ponto de diferenciação do novo empreendimento residencial.
O projeto propõe um condomínio fechado com 71 apartamentos, distribuídos por três blocos residenciais. Dois edifícios novos, com cinco pisos, e a antiga casa senhorial reabilitada. As tipologias variam entre T1 e T4, com preços a partir dos 250 mil euros. A entrega das chaves está prevista para julho de 2027.
Segundo Sandra Vilaça, diretora de comunicação do grupo, a lógica do Casa Ferreira segue a linha que a Acrescentar tem vindo a consolidar nos últimos anos. “O nosso foco está na criação de habitação pensada para o dia a dia das pessoas. A personalização é uma parte central do processo, porque acreditamos que a casa deve refletir quem a vive”, explica.
O empreendimento está localizado na freguesia de Ferreiros, a poucos minutos do centro histórico de Braga. A proximidade ao apeadeiro ferroviário, aos acessos à autoestrada e a zonas empresariais foi um dos critérios na escolha do terreno. A isso juntam-se escolas, supermercados, complexos desportivos e hospitais num raio inferior a quatro quilómetros.
Em termos de arquitetura, o Casa Ferreira aposta numa linguagem contemporânea, com linhas direitas e volumes bem definidos. Os edifícios novos usam materiais como zinco pré-patinado e betão aparente. Nas zonas exteriores, a madeira surge como elemento de contraste, sobretudo nas áreas comuns. Os espaços verdes incluem um pomar com árvores de fruto, uma referência direta à história agrícola do terreno.
As áreas comuns são um dos pontos fortes do projeto. O condomínio inclui piscina exterior, ginásio, parque infantil, salas de estar e de reuniões, balneários e lugares de garagem para todas as frações. A ideia é concentrar num único espaço respostas para diferentes momentos de quem ali mora, sem necessidade de sair do condomínio.
“Ao desenharmos as zonas comuns, pensámos na forma como as pessoas vivem hoje. Há quem trabalhe a partir de casa, quem tenha filhos pequenos ou quem valorize momentos de lazer sem grandes deslocações”, refere Sandra Vilaça.
No interior dos apartamentos, o destaque vai os acabamentos, que apostam em materiais que incluem marcas como a Porcelanosa, presentes nos pavimentos, revestimentos cerâmicos e equipamentos sanitários. As cozinhas são totalmente equipadas com tampos em KRION e misturadoras NOKEN. Os quartos têm estores blackout motorizados e roupeiros embutidos.
A climatização é feita através de ar condicionado. Nas zonas sociais, os apartamentos contam com sistema de condutas, exceto nos T1. O aquecimento das águas sanitárias é assegurado por bomba de calor, sendo que todas as frações incluem videoporteiro, vidros duplos, isolamento térmico e acústico e porta de segurança.
As tipologias variam bastante em área. Os T1 começam nos 91 metros quadrados e os T2 rondam os 93 metros quadrados de área bruta, com varandas que podem ultrapassar os 29 metros quadrados. Os T3 e T4 incluem áreas exteriores mais generosas, com terraços até 134 metros quadrados. Os preços dos T2 situam-se entre os 350 mil e os 365 mil euros. Os T3 começam nos 540 mil euros e os T4 podem chegar aos 620 mil euros.
As visitas ao projeto já estão disponíveis mediante marcação. As vendas arrancaram em setembro do ano passado com várias tipologias em comercialização ativa.
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